Gosto de roupa interior preta. Seja de homem, seja de mulher. Por mim, tinha tudo preto: cuecas, soutiens, meias, camisolas interiores, ligas, meias-calças, calças inteiras. Para além de servir para qualquer ocasião, acho sexy. Mentira. Fica foleiro ver mulheres de calças brancas (!) e a ver-se a bela da cuequinha preta. Pessoalmente, não gosto, mas esta é apenas a minha opinião, cada um é livre de achar o que quiser.
Gosto de textos justificados, seja em trabalhos, livros, jornais, revistas, blogues, ou qualquer outro sítio onde se possa escrever. Faz-me bastante confusão não ter a opção "Justificar completamente" como existe aqui no blogger.com (btw, love you for that). Para mim, o texto estar completamente desalinhado provoca-me arrepios na vista e na espinha, e só consigo associar descuido e falta de atenção à pessoa que escreveu o texto. Não pretendo ofender ninguém, estou apenas a partilhar a minha visão das coisas. Mas compreendo quando não existe a opção, e dou o chamado "desconto de 50 a 70%" tão na moda por estes dias.
Existem mais coisas capazes de me fazer querer partir pratos ou bater na pessoa mais próxima. Passo a enunciar: sumo Compal de pêra; não haver sumo de maracujá num café, eu pedir por um de tutti-frutti, e também não haver; que me desorganizem as canetas de cor; que não haja luz suficiente numa divisão da casa; música techno, e tun-stums do género. Também: máquinas de comida que não me dão o troco que é suposto; bater com os dedos frios, seja das mãos ou dos pés, em qualquer superfície dura; pessoas que gritam nas discussões; ir às compras; o meu telemóvel Nokia ficar sem bateria ao fim de 6 horas; escrita de pita que, ACHAVA EU, já estava completamente erradicada; que assumam o pior do que eu digo, quando era suposto assumir o melhor. Ah, e erros ortográficos. Tanto meus como dos outros. E NÃO gosto que NÃO me corrijam. Preciso que me corrijam quando dou erros.
Preciso de tocar guitarra, ou bandolim, de tempos a tempos. Custa-me imenso querer, precisar de tocar, e não ter nenhum deles comigo. A música é motor de imensas coisas, e, estranhamente, musicar nem que seja durante dez minutos, relaxa-me imenso, e dá-me vontade de ir fazer o que tenho mesmo de fazer (normalmente estudar). Preciso de aprender novos acordes, e ainda acabar de aprender o riff da Wish You Were He
re dos Pink Floyd. E não posso. Porque eu estou aqui e a guitarra está longe, e ninguém ma vai trazer. Tendo em conta o tema, gostava de conseguir cantar MESMO bem. O suficiente para conseguir encantar um qualquer ... Humpff. Não me lembro do nome do sujeito que foi de barco, e pediu aos companheiros para o amarrarem ao poste, porque queria ouvir o canto das sereias. Acho que era o Ulisses. Sim, confirma-se. Grande Ulisses, na sua grande Odisseia, de Homero. Outra coisa que me irrita é não me conseguir lembrar logo do que quero dizer e ter de, inclusivamente, pôr a música em pausa para poder pensar.
Gosto de equilíbrio. Do minha noção do que é equilíbrio. De padrões. De degradés. De ordem, embora o meu quarto passe, mais de metade do ano, num caos total. Gosto da palavra caos. Adoro advérbios de modo. Uso-os frequentemente. Em vez de "com alegria", "alegremente". Lentamente, rapidamente, lentamente, rapidamente. Brutalmente. Carinhosamente. Repetidamente. Eternamente. Sabem-me muito bem advérbios de modo.
Adoro aprender novas coisas, fora da minha área. De matemática, de física, de informática, de direito, de história. Sei, no entanto, que me devia dedicar a aprender tudo da minha área primeiro, mas acho que sem o meu regular acesso ao site da Wikipedia, eu não seria a mesma pessoa. Recentemente: Tristão e Isolda; Thomas Young e a experiência da dupla fenda, que sei agora que possibilitou a determinação do carácter ondulatório da luz. Boa! E foi médico, mas também se interessava pela egiptologia (ver mais aqui).
Detesto a sensação de déja vu. Sinto mesmo que o cérebro se confundiu numa sinapse qualquer. E fico-me por aqui.
(I need some coffee. ASAP.)
Existem mais coisas capazes de me fazer querer partir pratos ou bater na pessoa mais próxima. Passo a enunciar: sumo Compal de pêra; não haver sumo de maracujá num café, eu pedir por um de tutti-frutti, e também não haver; que me desorganizem as canetas de cor; que não haja luz suficiente numa divisão da casa; música techno, e tun-stums do género. Também: máquinas de comida que não me dão o troco que é suposto; bater com os dedos frios, seja das mãos ou dos pés, em qualquer superfície dura; pessoas que gritam nas discussões; ir às compras; o meu telemóvel Nokia ficar sem bateria ao fim de 6 horas; escrita de pita que, ACHAVA EU, já estava completamente erradicada; que assumam o pior do que eu digo, quando era suposto assumir o melhor. Ah, e erros ortográficos. Tanto meus como dos outros. E NÃO gosto que NÃO me corrijam. Preciso que me corrijam quando dou erros.
Preciso de tocar guitarra, ou bandolim, de tempos a tempos. Custa-me imenso querer, precisar de tocar, e não ter nenhum deles comigo. A música é motor de imensas coisas, e, estranhamente, musicar nem que seja durante dez minutos, relaxa-me imenso, e dá-me vontade de ir fazer o que tenho mesmo de fazer (normalmente estudar). Preciso de aprender novos acordes, e ainda acabar de aprender o riff da Wish You Were He
re dos Pink Floyd. E não posso. Porque eu estou aqui e a guitarra está longe, e ninguém ma vai trazer. Tendo em conta o tema, gostava de conseguir cantar MESMO bem. O suficiente para conseguir encantar um qualquer ... Humpff. Não me lembro do nome do sujeito que foi de barco, e pediu aos companheiros para o amarrarem ao poste, porque queria ouvir o canto das sereias. Acho que era o Ulisses. Sim, confirma-se. Grande Ulisses, na sua grande Odisseia, de Homero. Outra coisa que me irrita é não me conseguir lembrar logo do que quero dizer e ter de, inclusivamente, pôr a música em pausa para poder pensar.Gosto de equilíbrio. Do minha noção do que é equilíbrio. De padrões. De degradés. De ordem, embora o meu quarto passe, mais de metade do ano, num caos total. Gosto da palavra caos. Adoro advérbios de modo. Uso-os frequentemente. Em vez de "com alegria", "alegremente". Lentamente, rapidamente, lentamente, rapidamente. Brutalmente. Carinhosamente. Repetidamente. Eternamente. Sabem-me muito bem advérbios de modo.
Adoro aprender novas coisas, fora da minha área. De matemática, de física, de informática, de direito, de história. Sei, no entanto, que me devia dedicar a aprender tudo da minha área primeiro, mas acho que sem o meu regular acesso ao site da Wikipedia, eu não seria a mesma pessoa. Recentemente: Tristão e Isolda; Thomas Young e a experiência da dupla fenda, que sei agora que possibilitou a determinação do carácter ondulatório da luz. Boa! E foi médico, mas também se interessava pela egiptologia (ver mais aqui).
Detesto a sensação de déja vu. Sinto mesmo que o cérebro se confundiu numa sinapse qualquer. E fico-me por aqui.
(I need some coffee. ASAP.)













